Mundo
Guerra no Médio Oriente
Houthis atacam sede do Governo do Iémen e fazem pelo menos quatro mortos
Os Houthis realizaram, esta quinta-feira, um ataque contra o palácio presidencial de Aden, sede do Governo iemenita. O ataque provocou pelo menos quatro mortos.
O Ministério da Informação adiantou que entre as vítimas estão dois guarda-costas do primeiro-ministro do Governo iemenita, Shaya al-Zindani.
O primeiro-ministro do Iémen e membros do gabinete que se encontravam no complexo do palácio presidencial de Maashiq “estão a salvo”, afirmou o ministro da Informação, Moammar al-Eryani.
O Governo iemenita, que se refugiou em Aden em 2015 depois de ter sido expulso da capital, Sanaa, pelos Houthis, "continua a desempenhar as suas funções", garantiu o primeiro-ministro, Shaya Mohsen Zindani, nas redes sociais.
O Governo, apoiado pela Arábia Saudita, afirmou em comunicado que os combatentes pró-Irão dispararam cinco mísseis e lançaram drones contra o palácio de Al-Maachiq, causando vítimas entre os "membros da equipa de segurança".
Por sua vez, o porta-voz militar dos Houthis, Yahya Sarea, confirmou em comunicado que os rebeldes atacaram o complexo, mas especificou que a ação foi dirigida contra "o quartel-general de operações militares do inimigo saudita em Aden", numa referência à coligação militar liderada por Riade que intervém no Iémen desde 2015.
Na nota, o porta-voz reiterou os objetivos do grupo: "Atacar as concentrações de tropas sauditas onde quer que se encontrem e considerar qualquer presença militar do inimigo saudita como um alvo legítimo para as nossas forças, independentemente da sua localização".
Esta é a primeira vez que os Houthis atacam o Palácio Presidencial de Aden com mísseis balísticos desde o início desta nova fase da guerra no Iémen, no início de setembro, quando lançaram uma grande ofensiva para tomar o controlo da costa ocidental do país árabe.
O complexo é composto por vários edifícios e moradias com vista para o Golfo de Aden, sendo um dos monumentos políticos e históricos mais destacados da cidade, agora ameaçada pelos Houthis, na sua campanha para assumir o controlo das zonas costeiras do Iémen que estão nas mãos das forças pró-governamentais.
O Exército iemenita, por sua vez, mantém uma contraofensiva que conta com a cobertura aérea da Arábia Saudita, país que também é alvo de ataques dos Houthis devido à sua participação na guerra do Iémen desde 2015, liderando uma coligação militar de apoio ao Governo internacionalmente reconhecido.
O primeiro-ministro do Iémen e membros do gabinete que se encontravam no complexo do palácio presidencial de Maashiq “estão a salvo”, afirmou o ministro da Informação, Moammar al-Eryani.
O Governo iemenita, que se refugiou em Aden em 2015 depois de ter sido expulso da capital, Sanaa, pelos Houthis, "continua a desempenhar as suas funções", garantiu o primeiro-ministro, Shaya Mohsen Zindani, nas redes sociais.
O Governo, apoiado pela Arábia Saudita, afirmou em comunicado que os combatentes pró-Irão dispararam cinco mísseis e lançaram drones contra o palácio de Al-Maachiq, causando vítimas entre os "membros da equipa de segurança".
Por sua vez, o porta-voz militar dos Houthis, Yahya Sarea, confirmou em comunicado que os rebeldes atacaram o complexo, mas especificou que a ação foi dirigida contra "o quartel-general de operações militares do inimigo saudita em Aden", numa referência à coligação militar liderada por Riade que intervém no Iémen desde 2015.
Na nota, o porta-voz reiterou os objetivos do grupo: "Atacar as concentrações de tropas sauditas onde quer que se encontrem e considerar qualquer presença militar do inimigo saudita como um alvo legítimo para as nossas forças, independentemente da sua localização".
Esta é a primeira vez que os Houthis atacam o Palácio Presidencial de Aden com mísseis balísticos desde o início desta nova fase da guerra no Iémen, no início de setembro, quando lançaram uma grande ofensiva para tomar o controlo da costa ocidental do país árabe.
O complexo é composto por vários edifícios e moradias com vista para o Golfo de Aden, sendo um dos monumentos políticos e históricos mais destacados da cidade, agora ameaçada pelos Houthis, na sua campanha para assumir o controlo das zonas costeiras do Iémen que estão nas mãos das forças pró-governamentais.
O Exército iemenita, por sua vez, mantém uma contraofensiva que conta com a cobertura aérea da Arábia Saudita, país que também é alvo de ataques dos Houthis devido à sua participação na guerra do Iémen desde 2015, liderando uma coligação militar de apoio ao Governo internacionalmente reconhecido.
c/agências